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O que significa offline no seu credenciamento?

“Funciona offline” precisa virar uma lista de ações verificáveis. Abrir a tela ou localizar um nome não comprova que o aplicativo registra a entrada, impede uma segunda utilização em outro posto ou consolida os registros depois. O aparelho, o sistema operacional, a versão do aplicativo e a configuração fazem parte da combinação que será aprovada.

Matriz proposta para perguntar ao fornecedor e transformar respostas em testes.
Entrar no aplicativoSe login, sessão e permissões precisam de conexão antes do uso.Acesso à operação na condição de rede e com a sessão previstas.
Consultar e validar credencialQual base ou mecanismo de validação estará disponível no aparelho.Credencial elegível reconhecida e credencial inelegível tratada conforme a regra.
Registrar presençaOnde fica o registro enquanto não há conexão e como ele aparece para o operador.Registro identificável no aparelho e posteriormente no sistema consolidado.
Controlar reutilizaçãoComo o sistema trata leituras repetidas no mesmo posto e em postos diferentes.Resposta observada em cada cenário e procedimento para divergências.
Imprimir credencialQuais dados, aplicativos, impressoras e conexões locais são necessários.Impressão efetiva no equipamento que será utilizado.
Atualizar e consolidarComo entram inscrições/alterações recentes e como voltam os registros locais.Estado final conferido no servidor após a sincronização.

A documentação do Cvent OnArrival exemplifica essa separação: descreve funções offline após login e download prévio do evento, mas exige conexão para tarefas como registrar participantes na hora, sincronizar com Cvent e usar Remote Print. É um exemplo daquele produto, não uma lista de recursos de qualquer sistema de credenciamento.

Diferencie falta de internet de perda da rede local

A rede local liga tablets, impressoras e outros componentes; o acesso à internet permite alcançar serviços externos. Uma queda do link pode preservar a comunicação local. Desligar o Wi-Fi do tablet cria outra condição e pode interromper um recurso que dependia apenas da rede local.

Teste essas situações separadamente, em ambiente autorizado e coordenado com a equipe técnica. O modo avião pode mudar mais de uma conexão e não substitui a descrição precisa do cenário. Anote quais caminhos foram interrompidos e quais permaneceram disponíveis, incluindo a conexão da impressora quando ela fizer parte do fluxo.

Prepare os dados antes de simular a queda

Confirme o evento, a lista de entrada, as permissões e os recursos que precisam ser baixados ou configurados. Registre quando a preparação terminou. Liste também como serão tratadas inscrições, cancelamentos e alterações que ocorrerem depois dessa referência; uma base disponível no aparelho pode não conter a atualização mais recente.

No pretixSCAN para Android, a documentação orienta preparar a instalação e a sincronização inicial com conexão antes do uso offline. Ela também informa que ingressos emitidos com a loja em modo de teste não são reconhecidos nesse modo offline. Por isso, os registros de homologação precisam seguir o procedimento da plataforma: dados fictícios, sozinhos, não tornam um ensaio válido.

Use registros autorizados para homologação e preserve sua identificação no relatório do ensaio. Confirme a forma correta de emissão e preparação com o fornecedor. Evite experimentar com o evento em operação ou confundir resultados do ensaio com presenças reais.

Validação local e controle entre postos exigem verificações próprias

Um dispositivo pode conhecer o uso que ele mesmo registrou sem conhecer o uso registrado em outro aparelho. A documentação do pretixSCAN alerta para a possibilidade de uma credencial ser usada em mais de um dispositivo antes da sincronização. Esse é um caso concreto que justifica testar a mesma credencial de homologação em postos distintos, além da releitura no mesmo posto.

O mecanismo de validação também altera as informações disponíveis. A documentação de ticket secrets do pretix descreve uma opção de credencial assinada cuja validação offline, sem sincronizar os pedidos, não fornece os mesmos dados de nome, assento e usos anteriores. Isso ilustra que reconhecer um código e conhecer o estado atualizado da credencial são questões diferentes.

Peça ao fornecedor o comportamento esperado e combine com a operação como tratar exceções. Não presuma que a reconexão posterior desfaz uma entrada física já autorizada em duplicidade. O procedimento de admissão precisa considerar o que os postos conseguem saber durante a interrupção.

Roteiro de ensaio: da operação normal à reconexão

Defina o resultado esperado com o responsável pelo software antes de executar cada caso. A matriz abaixo é um protocolo proposto, não um relato de testes já realizados em uma plataforma específica.

Casos propostos de homologação; registre resultado esperado, observado e restrições.
Referência conectadaExecute um atendimento completo com os registros e equipamentos de homologação.A regra de admissão e a confirmação no sistema de referência.
Internet indisponível, rede local preservadaInterrompa apenas o acesso externo no ambiente autorizado.Consulta, validação, registro e impressão que o fornecedor declara suportar.
Posto sem comunicação localTeste a perda das conexões locais relevantes como um cenário separado.O que permanece disponível e qual mensagem orienta o operador.
Mesma credencial no mesmo postoRepita uma leitura conforme as regras do evento de homologação.Resposta de reutilização ou reentrada, sem assumir uma regra universal.
Mesma credencial em dois postosUse dois aparelhos preparados, na condição de comunicação em avaliação.Conhecimento compartilhado, possível divergência e tratamento operacional.
Mudança após a última atualizaçãoPrepare uma alteração autorizada no sistema de referência.Quando o aparelho passa a reconhecer a mudança e o que ocorre antes disso.
Reabrir o aplicativoSiga o procedimento permitido pelo fornecedor na condição de teste.Manutenção da sessão e disponibilidade dos registros pendentes.
Reconectar e consolidarRestabeleça a conexão e execute a sincronização prevista.Registros recebidos, pendências, conflitos e confirmação no sistema central.

Na reconexão, confira os registros e as divergências

Conferir apenas o total pode esconder diferenças: dois conjuntos de registros podem ter o mesmo tamanho e conter credenciais diferentes. Compare as identificações dos registros de homologação, seus estados e as pendências apontadas pela ferramenta. Registre quais dispositivos já concluíram a sincronização e quais ainda precisam de ação.

Se houver falha ou conflito, siga a orientação do fornecedor para preservar os registros locais enquanto investiga. Limpar dados, reinstalar ou devolver um aparelho antes de confirmar a consolidação pode retirar a evidência necessária à análise. O encerramento do ensaio deve incluir a verificação no sistema de referência, e não apenas a volta do ícone de conexão.

Registre o que foi aprovado e suas condições

  1. Identifique aplicativo, versão, sistema operacional, modelos dos aparelhos e periféricos envolvidos.
  2. Registre evento/lista de homologação, regras de admissão e preparação inicial dos dados.
  3. Descreva os caminhos de rede mantidos ou interrompidos em cada caso.
  4. Guarde resultado esperado, resultado observado e evidências sem divulgar dados pessoais desnecessários.
  5. Classifique cada tarefa como aprovada, aprovada com restrição ou pendente e indique o responsável.
  6. Defina o procedimento para exceções, retorno da conexão, consolidação e encerramento dos aparelhos.

Uma aprovação vale para as condições registradas. Mudanças relevantes de aplicativo, configuração, forma de emissão de credenciais ou integração de impressão podem exigir novo ensaio. A equipe de entrada deve saber quais ações continuam disponíveis e em que situação precisa encaminhar a pessoa para atendimento de exceção.

Exemplo hipotético: dois tablets durante a queda

Considere um ensaio com os tablets A e B e uma credencial de homologação. Após a preparação, a equipe interrompe o acesso externo e lê a credencial em A. Em seguida, realiza a leitura em B e documenta a resposta. O objetivo é descobrir se B conhece a ação feita em A nas condições daquele teste, sem assumir o resultado.

Depois da reconexão, a equipe confere o estado consolidado e as pendências dos dois postos. Esse cenário é ilustrativo e não representa um teste de cliente da LEGAL. Um resultado aceitável em um aparelho sozinho também não aprova automaticamente a operação com vários postos.

O funcionamento offline depende do aplicativo e dos dados preparados. Um chip oferece uma possibilidade de acesso móvel quando aparelho, serviço e cobertura permitem, mas não cria recursos offline no software.

Não necessariamente. Confirme login, permissões, regras, dados necessários e forma de gravação, além da sincronização posterior. A preparação exigida varia por plataforma e configuração.

Depende da arquitetura e da comunicação entre postos. Teste a mesma credencial de homologação no mesmo aparelho e em aparelhos distintos; o que um posto sabe pode não estar disponível no outro durante a interrupção.

Depende do aplicativo, dos dados de impressão e da conexão com a impressora. Teste separadamente a queda do acesso externo e a perda da rede local. Aprovar leitura de credencial não aprova a impressão.

Verifique a sincronização de cada aparelho e compare as identificações e os estados dos registros de homologação no sistema central. Investigue pendências e conflitos; o total isolado não comprova a mesma composição.

Não. O guia apresenta um protocolo proposto e exemplos de documentação de outros fornecedores. As capacidades do Magic Pass precisam ser confirmadas com seu responsável e testadas na configuração do evento.